Onde um jornalista precisa ir para contar uma guerra?
E o que ele encontra quando chega lá?
Capítulo 1 de 5
Europa: o conflito no centro da agenda global
A guerra na Ucrânia concentra a maior cobertura internacional dentre os 14 territórios analisados neste projeto — uma cobertura hipervisível, sustentada por uma presença massiva de imprensa internacional desde 2022.
Capítulo 2 de 5
Ásia e Oriente Médio: oito frentes, uma única região
Gaza, Israel, Líbano, Síria, Irã, Cisjordânia, Iêmen e Mianmar dividem a mesma região e níveis de cobertura radicalmente diferentes — de hipercobertura sob risco extremo a guerras quase silenciadas pela imprensa internacional.
Capítulo 3 de 5
África: a crise que o mundo decidiu não ver
Sudão vive uma das maiores crises humanitárias da atualidade com baixíssima visibilidade nos grandes veículos ocidentais. Ao lado, a Líbia soma cobertura esporádica, quase sempre associada a crises migratórias no Mediterrâneo.
Capítulo 4 de 5
Américas: direitos humanos fora do radar
Cuba e México aparecem no recorte por episódios pontuais — repressão a protestos, êxodo migratório, violência extrema contra jornalistas — mais do que por cobertura contínua.
Capítulo 5 de 5
Oceania: a zona de sombra mais extrema do mapa
Papua-Nova Guiné é o território com menor cobertura midiática de todo o levantamento: silêncio quase total da imprensa internacional sobre disputas locais e regionais.
Análise de dados
Luzes sobre uma cobertura desigual
Role para acompanhar os 14 territórios do levantamento, na ordem em que entram no recorte do projeto — cada um acende no mapa conforme aparece — e o que cada um revela sobre acesso e risco para quem cobre esses lugares.
Território 1 / 14
Kiev, Ucrânia
- Cobertura midiática
- 100%
- Classificação
- Hipercoberta
- Risco (RSF)
- Muito Alto
Conflito no topo da agenda global com presença massiva de imprensa internacional.
Território 2 / 14
Cidade de Gaza
- Cobertura midiática
- 85%
- Classificação
- Hipercoberta
- Risco (RSF)
- Crítico
Cobertura intensa, porém operada sob risco extremo e bloqueios de entrada.
Território 3 / 14
Beirute, Líbano
- Cobertura midiática
- 35%
- Classificação
- Média Cobertura
- Risco (RSF)
- Alto
Atenção vinculada à escalada regional do Oriente Médio.
Território 4 / 14
Damasco, Síria
- Cobertura midiática
- 20%
- Classificação
- Baixa Cobertura
- Risco (RSF)
- Crítico
Cobertura pontual devido à duração prolongada e dificuldades de acesso.
Território 5 / 14
Cidade do México, México
- Cobertura midiática
- 12%
- Classificação
- Cobertura Localizada
- Risco (RSF)
- Muito Alto
Foco pontual em episódios de violência extrema contra a imprensa.
Território 6 / 14
Teerã, Irã
- Cobertura midiática
- 10%
- Classificação
- Cobertura Restrita
- Risco (RSF)
- Crítico
Dependência de fontes locais ou imagens de redes sociais devido ao bloqueio.
Território 7 / 14
Cartum, Sudão
- Cobertura midiática
- 8%
- Classificação
- Negligenciada
- Risco (RSF)
- Crítico
Crise humanitária grave com baixa visibilidade nos grandes veículos ocidentais.
Território 8 / 14
Naypyidaw, Mianmar
- Cobertura midiática
- 7%
- Classificação
- Negligenciada
- Risco (RSF)
- Crítico
Pouca atenção internacional contínua; cobertura isolada na imprensa regional.
Território 9 / 14
Saná, Iêmen
- Cobertura midiática
- 6%
- Classificação
- Negligenciada
- Risco (RSF)
- Crítico
Considerada uma das guerras mais silenciadas do mundo pela ONU.
Território 10 / 14
Trípoli, Líbia
- Cobertura midiática
- 5%
- Classificação
- Negligenciada
- Risco (RSF)
- Muito Alto
Cobertura esporádica associada a crises migratórias no Mediterrâneo.
Território 11 / 14
Ramallah, Cisjordânia
- Cobertura midiática
- 5%
- Classificação
- Média / Baixa
- Risco (RSF)
- Muito Alto
Sombra da cobertura principal concentrada no território de Gaza.
Território 12 / 14
Havana, Cuba
- Cobertura midiática
- 3%
- Classificação
- Baixa Cobertura
- Risco (RSF)
- Alto
Foco pontual em direitos humanos, repressão a protestos e êxodo migratório.
Território 13 / 14
Jerusalém, Israel
- Cobertura midiática
- 2%
- Classificação
- Contexto Específico
- Risco (RSF)
- Alto
Cobertura associada aos desdobramentos de segurança interna e diplomacia.
Território 14 / 14
Port Moresby, Papua-Nova Guiné
- Cobertura midiática
- 0.5%
- Classificação
- Zonas de Sombra
- Risco (RSF)
- Médio / Alto
Silêncio quase total na imprensa internacional sobre disputas locais/regionais.
Cobertura comparada
Proporção de cobertura midiática por território
Participação relativa de cada território no volume de notícias internacionais mapeado pelo projeto — do mais hipercoberto ao mais silenciado.
🎬 Território com episódio em vídeo publicado.
- Kiev, Ucrânia: 100% de cobertura, classificação Hipercoberta.
- Cidade de Gaza: 85% de cobertura, classificação Hipercoberta.
- Beirute, Líbano: 35% de cobertura, classificação Média Cobertura.
- Damasco, Síria: 20% de cobertura, classificação Baixa Cobertura.
- Cidade do México, México: 12% de cobertura, classificação Cobertura Localizada.
- Teerã, Irã: 10% de cobertura, classificação Cobertura Restrita.
- Cartum, Sudão: 8% de cobertura, classificação Negligenciada.
- Naypyidaw, Mianmar: 7% de cobertura, classificação Negligenciada.
- Saná, Iêmen: 6% de cobertura, classificação Negligenciada.
- Trípoli, Líbia: 5% de cobertura, classificação Negligenciada.
- Ramallah, Cisjordânia: 5% de cobertura, classificação Média / Baixa.
- Havana, Cuba: 3% de cobertura, classificação Baixa Cobertura.
- Jerusalém, Israel: 2% de cobertura, classificação Contexto Específico.
- Port Moresby, Papua-Nova Guiné: 0.5% de cobertura, classificação Zonas de Sombra.
Explorar
Filtre e compare os territórios
Sem roteiro fixo: filtre por continente ou categoria de acesso, ou ative o modo comparação e escolha até dois territórios pra ver lado a lado.
Reportagens
As experiências reunidas nesta reportagem atravessam diferentes territórios e contextos políticos. Em alguns lugares, o desafio é chegar. Em outros, circular. Em outros, voltar.
Port Moresby, Papua-Nova Guiné07/10/2026
Papua-Nova Guiné: O silêncio quase total da imprensa internacional
Silêncio quase total na imprensa internacional sobre disputas locais/regionais.
Cidade do México, México07/10/2026
México: panorama da cobertura jornalística
Foco pontual em episódios de violência extrema contra a imprensa.
Havana, Cuba07/10/2026
Cuba: Voltar para casa
Foco pontual em direitos humanos, repressão a protestos e êxodo migratório.
Trípoli, Líbia07/10/2026
Líbia: panorama da cobertura jornalística
Cobertura esporádica associada a crises migratórias no Mediterrâneo.
Cartum, Sudão07/10/2026
Sudão: A crise humanitária grave que o mundo não vê
Crise humanitária grave com baixa visibilidade nos grandes veículos ocidentais.
Ramallah, Cisjordânia07/10/2026
Cisjordânia: panorama da cobertura jornalística
Sombra da cobertura principal concentrada no território de Gaza.
Saná, Iêmen07/10/2026
Iêmen: panorama da cobertura jornalística
Considerada uma das guerras mais silenciadas do mundo pela ONU.
Damasco, Síria07/10/2026
Síria: panorama da cobertura jornalística
Cobertura pontual devido à duração prolongada e dificuldades de acesso.
Naypyidaw, Mianmar07/10/2026
Mianmar: panorama da cobertura jornalística
Pouca atenção internacional contínua; cobertura isolada na imprensa regional.
Beirute, Líbano07/10/2026
Líbano: panorama da cobertura jornalística
Atenção vinculada à escalada regional do Oriente Médio.
Teerã, Irã07/10/2026
Irã: panorama da cobertura jornalística
Dependência de fontes locais ou imagens de redes sociais devido ao bloqueio.
Jerusalém, Israel07/10/2026
Israel: panorama da cobertura jornalística
Cobertura associada aos desdobramentos de segurança interna e diplomacia.
Cidade de Gaza07/10/2026
Cidade de Gaza: Cobertura sob risco extremo e bloqueios de entrada
Cobertura intensa, porém operada sob risco extremo e bloqueios de entrada.
Kiev, Ucrânia07/10/2026
Ucrânia: O conflito no topo da agenda global
Conflito no topo da agenda global com presença massiva de imprensa internacional.
“A notícia começa em algum lugar. Para chegar até nós, alguém precisou estar lá.”